Abro o coração e curo a ferida
Nasce uma nova flor,
Brilha outro sol
A chuva renova a minha vida
É algo melhor...
É um novo farol
O canto alegre de um rouxinol
Uma dádiva que me foi dada
Minha ferida foi sarada!
Abro o meu coração novamente
Com uma visão diferente
Há em mim esperança
Como uma criança,
Vive em mim, a perseverança...
E canta também meu coração
Como o rouxinol
Que canta alegres sinfonias
Para desanuviar em seus dias
Nasce uma nova flor,
Brilha outro sol
A chuva renova a minha vida
É algo melhor...
É um novo farol
O canto alegre de um rouxinol
Uma dádiva que me foi dada
Minha ferida foi sarada!
Abro o meu coração novamente
Com uma visão diferente
Há em mim esperança
Como uma criança,
Vive em mim, a perseverança...
E canta também meu coração
Como o rouxinol
Que canta alegres sinfonias
Para desanuviar em seus dias
Abro meu coração e as feridas saram
Como tulipas que desabrocharam
Durante a doce e colorida primavera
Ao mesmo tempo desvanecem as cores
Do céu, da terra e até mesmo das flores...
Tenho uma visão cinzenta da vida
Lembranças das minhas feridas
E de repente, voltam as cores
Acabam-se os temores
E assim vivo a emoção
De ter aberto o meu coração
E assim vivo a emoção
De ter aberto o meu coração
Inspirado em ''Tetembwa'' Por Kizua Gourgel
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