sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Mãe

Sinto-me tão bem quando olho para ti, agradeço à Deus por te ter comigo.
Gosto de acordar com a tua voz, sentir a tua preocupação, a tua atenção e ligar para ti depois de uma noite de pesadelo.
Gosto da forma que tratas das coisas, de um jeito só teu, um jeito que Deus te deu...
Gosto de ver-te alegre, feliz, entusiasmada cuidando de cada área em nossas vidas e sentir o teu sorriso no meu ser e no meu espírito.
Gosto dos teus ralhetes, cada vez que cresço, aprendo muito mais com eles. Sinto-me tão mal quando não te satisfaço, mas me sinto bem quando me dás uma outra oportunidade para acertar... Quando me permites ver e saber que estás aí para mim, não importa qual é a minha borrada.
Gosto de sentir o teu calor, dormir junto à ti, me aconchegar nos teus braços, sentindo o teu abraço; sentar no teu colo, e sentir-me confortável apesar da idade e do tamanho...
Gosto da nossa amizade, gosto da nossa liberdade; ouvir teus pontos de vista, projectos, planos e falar dos meus sonhos, ilusões e maluquices.
Gosto quando me chamas de filha, princesa da mamã e ao mesmo tempo me tratas como uma adulta.
Gostos e infinitos gostos, constituem o amor que carrego por ti mãe, quando crescer quero ser como tu.
Amo-te muito.

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