Não foi apenas a revolta que atiçou a minha ira
A impaciência do meu ser não se acalma
Dói-me saber que acreditei numa simples mentira
E essa dor tortura a minha pobre alma...
Eu me pergunto qual foi prazer que te trouxe?
Me ferir com a faca mais afiada de forma doce
Penetrar no meu íntimo, grudar no meu pensar
Me embalar com teu ritmo, apenas para me enganar
Uma armadilha bem montada, sem razão alguma...
Que mal te fiz eu?
Sinto-me manipulada e conto minhas lágrimas uma por uma
Mas o que te deu?
Provocar minha sede e me oferecer vinagre para beber
A dor não me permite esquecer...
Olha o resultado da tua mentira!
O estrago causado pela tua vontade mesquinha
Não te esqueças que o mundo gira
E numa das voltas, a vingança será minha...
A impaciência do meu ser não se acalma
Dói-me saber que acreditei numa simples mentira
E essa dor tortura a minha pobre alma...
Eu me pergunto qual foi prazer que te trouxe?
Me ferir com a faca mais afiada de forma doce
Penetrar no meu íntimo, grudar no meu pensar
Me embalar com teu ritmo, apenas para me enganar
Uma armadilha bem montada, sem razão alguma...
Que mal te fiz eu?
Sinto-me manipulada e conto minhas lágrimas uma por uma
Mas o que te deu?
Provocar minha sede e me oferecer vinagre para beber
A dor não me permite esquecer...
Olha o resultado da tua mentira!
O estrago causado pela tua vontade mesquinha
Não te esqueças que o mundo gira
E numa das voltas, a vingança será minha...
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