Como uma realidade sem mágoas a ser experimentada,
me perco nas infinitas ilusões
de um coração gritante que oprime,
e torna minha razão calada.
Deve ser a noite,
um silêncio que fala nas sombras encruzilhadas,
que reflete a perdição das luzes embriagadas;
Deve ser meu eu,
um ser sistematizado que deambula,
entre as estradas,
entre os caminhos que a si mesmo anula.
me perco nas infinitas ilusões
de um coração gritante que oprime,
e torna minha razão calada.
Deve ser a noite,
um silêncio que fala nas sombras encruzilhadas,
que reflete a perdição das luzes embriagadas;
Deve ser meu eu,
um ser sistematizado que deambula,
entre as estradas,
entre os caminhos que a si mesmo anula.
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