O que eles querem, eu não quero
Eles presumem o que eu não espero
Eles não deduzem meu desespero
Eles assumem o meu apreço
O que eu imagino, eles não sabem
Ao meu desatino, eles não reagem
Não estão na minha viagem
Não estudam a minha passagem
Eles não conseguem ver
Não conseguem ler
Oh meu Deus! Eles estão cegos
Não conseguem entender...
A minha raiva, sim, eu não nego
Mas, porquê será que nego?
Que prazer tenho eu nisso?
Que prazer têm eles?
Eles provocam em mim, a ira
Eles abrigam a mentira
Eles não têm nada
Possuem tudo
Eles acordam de madrugada
Ah, como eu me iludo!
Eles presumem o que eu não espero
Eles não deduzem meu desespero
Eles assumem o meu apreço
O que eu imagino, eles não sabem
Ao meu desatino, eles não reagem
Não estão na minha viagem
Não estudam a minha passagem
Eles não conseguem ver
Não conseguem ler
Oh meu Deus! Eles estão cegos
Não conseguem entender...
A minha raiva, sim, eu não nego
Mas, porquê será que nego?
Que prazer tenho eu nisso?
Que prazer têm eles?
Eles provocam em mim, a ira
Eles abrigam a mentira
Eles não têm nada
Possuem tudo
Eles acordam de madrugada
Ah, como eu me iludo!
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