Eu daria tudo e mais qualquer coisa para continuar a te chamar de
paradeiro; para fazer desaparecer o sal pluvial que se apoderou dos meus
olhos; para te ver passar pela porta do quarto com a toalha enrolada na
cintura e perguntar onde eu escondi o teu creme para barbear.
Eu me daria, como sempre me dei e me doei para ti, para nós, pela pessoa que eu sou ao pé de ti, pelo futuro que sonhei, imaginei e tive fé que fosse ser realidade quando nos vivemos sem medo em cada instante não premeditado da nossa felicidade amadora.
Quando é que voltas? Quando é que eu te terei ao meu lado para ver o sol dizer até amanhã e a lua sorrindo com um: olá?
Eu me sinto esgotada com essa rotina um pouco inanimada, por causa da demora do teu regresso ao meu endereço ou então daquele bilhete de bom dia na minha mesa de trabalho, dizendo que a tua ida foi só mais um atalho da vida para chegarmos até a felicidade desmedida.
Karen K
Eu me daria, como sempre me dei e me doei para ti, para nós, pela pessoa que eu sou ao pé de ti, pelo futuro que sonhei, imaginei e tive fé que fosse ser realidade quando nos vivemos sem medo em cada instante não premeditado da nossa felicidade amadora.
Quando é que voltas? Quando é que eu te terei ao meu lado para ver o sol dizer até amanhã e a lua sorrindo com um: olá?
Eu me sinto esgotada com essa rotina um pouco inanimada, por causa da demora do teu regresso ao meu endereço ou então daquele bilhete de bom dia na minha mesa de trabalho, dizendo que a tua ida foi só mais um atalho da vida para chegarmos até a felicidade desmedida.
Karen K
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